Engie oferece soluções em energia solar para diferentes segmentos em todo o país MABIN
O mercado de energia solar está em constante crescimento e evolução, às vezes pode ser difícil encontrar uma empresa confiável. E quando você pesquisa os serviços de uma empresa que fornece projetos de energia fotovoltaica, deve levar em consideração vários aspectos – experiência, qualidade, preços, entrega do contratado e opiniões de pessoas que já conhecem o produto. eficiência mabin energia solar mabin soluções ma bin mabin solar mabin fotovoltaico sustentável meio ambiente energia do sol aquecedor solar engie blue sol renovigi soliens esenergy naturgy solar.Mabin energia solar fotovoltaica
Equipe com 05 anos de experiência e mais de 25 projetos realizados finalmente agora atualmente isto é já que logo após outrossimMabin soluções
ANALISAMOS A SUA CONTA Em primeiro lugar, nós analisamos a sua conta de energia, para identificar o seu consumo e sua necessidade. Assim dimensionamos o tamanho do sistema ideal para você. salvo semelhantemente similarmente ESTUDO DE VIABILIDADE FINANCEIRA Realizamos um estudo para viabilidade financeira, buscando o equilíbrio ideal. Onde o seu sistema fotovoltaico lhe fornecerá o retorno sobre investimento (ROI) o mais breve possível. Contato Sobre ademais afinal aliás analogamente anteriormente assim certamente conforme conquanto contudo decerto embora enfim enquanto então entretanto eventualmente igualmente inegavelmente inesperadamente mas outrossim pois porquanto porque portanto sobretudo surpreendentemente todavia por exemplo posto que acaso se bem que seja como for por outro lado posto queProjeções da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) indicam que o mercado de energia solar fotovoltaica nacional vai chegar aos 3 mil MW até dezembro deste ano. São R$ 5,2 bilhões em novos investimentos com a instalação de mais de mil MW adicionais em sistemas de pequeno, médio e grande portes.
A ENGIE, maior geradora de energia privada do país, participa desse crescimento e não só é referência em energia solar fotovoltaica, como também possui um portfólio completo de produtos e serviços, com soluções para os mais variados tipos de consumo. “Conseguimos conectar as necessidades e unir várias fontes de energia de forma integrada”, explica o diretor-presidente de soluções da ENGIE, Leonardo Serpa.
Uma das prioridades da empresa é o segmento de instalações de menor porte para geração de energia renovável, como sistemas fotovoltaicos, em especial para indústrias, comércios e agronegócio. “Hoje temos 2.500 clientes e 45 MWp (Megawatts-pico) comercializados, com expectativa de dobrar a participação no mercado de geração distribuída em 2019”, afirma o diretor de operações, Paulo Henrique Müller. A empresa, que tem experiência internacional e está presente em 70 países, já conta com projetos de energia solar fotovoltaica nas regiões Sudeste, Nordeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil, atendendo diferentes segmentos. A ENGIE é uma das principais fornecedoras de sistemas fotovoltaicos do país e pretende investir entre R$ 200 e R$ 500 milhões em geração solar distribuída nos próximos cinco anos.
Além de reduzir despesas, contribuir com a reputação do cliente e valorizar o imóvel em que são instalados, os sistemas fotovoltaicos têm preços cada vez mais competitivos, tornando o investimento atrativo para empresas de todos os portes. Em alguns casos, é possível suprir toda a demanda energética do local.
Consumo eficiente
É o caso do Paradigma Cine Arte, de Florianópolis, que oferece aos frequentadores um grande diferencial de sustentabilidade: é o primeiro cinema totalmente abastecido por energia solar na região Sul do Brasil.
O sistema fotovoltaico de 95,04 kWp (quilowatts-pico) de potência, instalado pela ENGIE, pode atender todo o consumo do cinema e do escritório da construtora que administra o Centro Empresarial Corporate Park. O gestor do Paradigma e do Centro, Frederico Didoné, pretende expandir o sistema no ano que vem para suprir todo o consumo do condomínio, que abriga 60 empresas.
Em março deste ano, a Ogochi, de São Carlos, no oeste catarinense, se tornou uma das primeiras indústrias de confecção do Brasil a alcançar autossuficiência na geração de energia solar fotovoltaica. Seu presidente Sidney Ogochi explica que a iniciativa está alinhada à decisão estratégica da marca de assumir a sustentabilidade como um posicionamento corporativo: “Investimos na ampliação do uso de fontes limpas e renováveis para reduzir a pressão sobre os sistemas hídricos e ampliar a competitividade da indústria”.
Também no Oeste de SC, a agroindústria de frutas finas Itaberry reduziu em 90% a conta de energia, que ficava entre R$ 4 mil e R$ 4,5 mil mensais. A instalação do sistema fotovoltaico da ENGIE também apoiou a expansão dos negócios: “Além de gerar energia, a estrutura coberta onde estão os painéis serve para receber a mercadoria e atrair turistas”, explica o sócio administrador, Gleison Minella. Com o aumento no número de visitantes, Minella e os sócios decidiram abrir outra empresa, o Empório do Mirtilo, uma loja com mais de 30 produtos derivados como sucos, sorvetes, doces, geleias, licores e cervejas.
Em Gravataí, na região metropolitana de Porto Alegre, a empresa de surfwear Freesurf adquiriu um sistema fotovoltaico com capacidade de 79,2 quilowatts-pico (kWp)e geração mensal estimada em 8,3 milquilowatts-hora (kWh), suficiente para atender todo o consumo de energia do empreendimento. Os R$ 333 mil investidos pela empresa irão se pagar no prazo de três a quatro anos. A vida útil do equipamento é de 25 anos.
Clínicas e hospitais no Centro Oeste
Entre os segmentos pioneiros na adoção da energia solar no Centro-Oeste está o de saúde – hospitais, laboratórios, clínicas médicas, odontológicas e veterinárias, que usam muita eletricidade em máquinas e equipamentos. A região tem alto índice de insolação e as clínicas e hospitais do Centro-Oeste são favorecidas pela arquitetura, pois possuem um perfil de construção horizontal. “Isso aumenta a área de instalação do sistema fotovoltaico e deixa o projeto muito mais aderente à solução solar”, explica o gerente regional para geração solar distribuída da ENGIE, Charles Bispo.
O Prover Hospital Dia, de Rio Verde (GO), investiu em um sistema fotovoltaico de 158 painéis. O projeto prevê uma economia aproximada de R$ 42,2 mil para o hospital no primeiro ano e retorno dos R$ 214 mil investidos em um prazo estimado de quatro anos. “Esse investimento vai reduzir o nosso custo fixo”, diz o diretor clínico e sócio do hospital, Campos Cruvinel Filho.
Condomínios Solares
Além da opção de compra do sistema, a ENGIE também oferece a alternativa de usufruir de energia solar pela modalidade BOO– acrônimo para Build, Operate and Transfer (Construir, Operar e Transferir). Desta forma é possível reduzir os gastos recorrentes de energia sem a necessidade de fazer um investimento inicial. A ENGIE arca com os custos da instalação e o consumidor paga somente uma mensalidade, menor que a tarifa convencional de energia, por um prazo de 10 a 15 anos. Ao final deste período, pode adquirir o equipamento.
“Estamos bastante satisfeitos”, afirma Luiz Antonio Sacco, diretor-presidente do Residencial Alphaville Conde, de Barueri (SP), um dos clientes da modalidade BOO. Em 2018 a associação firmou contrato para instalação de um sistema fotovoltaico com potência de 63,6 kWp (kilowatts/pico) que abastece a área comum do condomínio com 7.700 kWh médios mensais.
Foto – Cases Solar
Fonte – Engie Solar













